Instrumentalismo Epistemológico e Metodologia Não-Linear de Projetos de Design

Epistemological Instrumentalism and Non-Linear Methodology of Design Projects

Jesus, L. Cardoso, N. Sousa, R.

UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina
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Retirado de: http://convergencias.esart.ipcb.pt

RESUMO: Este artigo trata da metodologia não-linear aplicada a projetos de Design, com base nos princípios da doutrina epistemológica instrumentalista. A teoria do conhecimento tem por base diferentes pensamentos ou doutrinas e essas se relacionam com diversas ciências e suas áreas de aplicação, auxiliando no desenvolvimento do saber humano, como resultado da interação interpessoal e da relação com o ambiente natural e social. A despeito da questão sobre o conhecimento verdadeiro, o método científico-tecnológico foi indicado como instrumento de validação dos procedimentos formais, especialmente na Área de Design.

 

PALAVRAS-CHAVES: Área de Design; Método Técnico-científico; Filosofia do Conhecimento.

 

ABSTRACT: This article discusses the nonlinear methodology applied to design projects, based on the principles of instrumentalist epistemological doctrine. The knowledge theory is based on different thoughts or doctrines and these relate to various science and its application areas, assisting in the development of human knowledge, as a result of interpersonal interaction and relationship with the natural and social environment. Despite the question of true knowledge, the scientific-technological method was appointed as a tool for validation of the formal procedures, especially in the area of Design.

 

KEYWORDS: Design Area; Technical-scientific method; Philosophy of Knowledge.

1. Sobre Metodologia de Projetos em Design

Em consequência da rápida evolução nos meios de comunicação em rede como, por exemplo, a televisão digital (TVD), a implementação de novas mídias e o crescimento nas taxas de acesso a internet [1] promovem o acesso ao fluxo de informações e de conhecimentos de modo cada vez mais amplo, intenso e variado. Assim, estudiosos e profissionais de diferentes campos de atuação são expostos diariamente a uma extensa quantidade de informações referentes a diversas áreas do saber que, ao serem relacionadas com suas atividades, promovem o processo de multidisciplinaridade. Tratando dessa questão, no que tange a atividade do designer, Melo Filho (2009) coloca que:

Quanto à inovação e à criatividade, o design não pode ser colocado simplesmente como uma ferramenta, mas sim um processo inovador que usa a informação e o conhecimento a respeito de arte, ciência e comportamentos sócio-culturais. Tem-se como claro, portanto, a sua ação multidisciplinar, com efetivas possibilidades de prática comum a duas ou mais disciplinas ou ramos de conhecimento, atuando em sinergia e focando um objetivo comum [...]

Percebe-se no campo de Design, o enfoque multidisciplinar como um aspecto positivo, que auxilia no método de trabalho, através de diferentes visões enriquecedoras do projeto. Isso permite um entendimento mais amplo e interrelacionado, propondo o dialogo na disciplina e nas atividades de Design, com possibilidades provenientes de outras disciplinas e áreas do conhecimento.
O enfoque multidisciplinar na área de Design não é algo muito recente, porque nos anos de 1950, isso já havia sido sugerido no contexto da Escola Superior de Design de Ulm, na Alemanha. Porém, a partir dos anos de 1990, sob o conceito de multidisciplinaridade, houve a influência da área de Artes nos procedimentos metodológicos de Design, interferindo no seu caráter disciplinar. Essa influência foi mais recentemente contestada por Nascimento (2008):
                                    

 [...] mencione-se um dos casos muito discutidos de imiscuência de um campo  externo no fazer próprio do design: a assim denominada modalidade da  “artistagem”, abordagem conceitual e metodológica nitidamente errônea que insiste em tentar conformar, centripetamente, exogenamente, com patente desconhecimento de causa, a atividade projetual do design às concepções, enfoques e métodos característicos das belas artes. As discussões acerca do que é enfoque interdisciplinar e do que é influência perniciosa na tradição metodológica da área de Design são recorrentes.

Contudo, na relação entre Design e Artes, Fuentes (2009) estabelece limites à questão, sob a premissa de que Design e Arte são atividades humanas que, apesar de relacionadas ou vinculadas, são absolutamente diferentes e não devem ser confundidas.
Na passagem do século XIX ao século XX, como período de consolidação da Revolução Industrial, a área de Design foi constituída sob a base teórica racionalista-positivista, cujo modelo metodológico era o método científico. O parâmetro metodológico-científico adaptado e aplicado no campo de estudos e atividades de Design indicou-lhe o caráter técnico-científico, estabelecendo sua distinção com os campos de Arte e de Artesanato.
Mais recentemente, a partir da segunda metade do século XX, a Escola Superior de Design de Ulm é indicada como base da tradição metodológica em Design, porque marcou o amadurecimento da teoria e da metodologia de Design ainda sob a postura científica (MELO FILHO, 2009).
A metodologia científica e os métodos de aplicação situam o campo de Design no processo tecnológico, estabelecendo procedimentos lógicos e funcionais, que sistematizam os aspectos relacionados à inspiração e à criatividade. Além da subjetividade do designer e da intersubjetividade estética, o campo de estudos e atividades de Design considera estrategicamente as necessidades sociais, as possibilidades tecnológicas e as potencialidades mercadológicas. Tradicionalmente, as pesquisas que tratam desse assunto mostram que a metodologia e a escolha do método são imprescindíveis para o êxito do resultado final dos projetos desenvolvidos (GOMEZ, PEREIRA e SCHLEMPER, 2005). 
Há uma ampla bibliografia na área de Design, que trata de metodologias e métodos. As abordagens também são diversificadas, partindo de teorias meticulosas, que indicam rigidamente o processo metodológico, até outras mais liberais que prevêem procedimentos particularizados, inclusive, considerando aspectos individuais do designer. Todavia, as diferentes propostas se caracterizam pela abordagem científica, tendo em vista a própria evolução do conceito de Ciência e dos métodos científicos.
É possível, portanto, que acadêmicos e profissionais estudem a eficácia e as implicações de diferentes abordagens metodológicas, para então eleger aquela que satisfaça as suas necessidades, contemplando as características do cliente, do produto e do usuário.
O uso do método, com base nos estudos de metodologia científico-aplicada, é característico e serve como distinção e identificação da disciplina e das atividades de Design. Isso propõe a discussão sobre o papel e a validade do método na inserção da área de Design no campo do conhecimento científico-tecnológico, sob os mesmos parâmetros indicadores do método científico. Pois, na vertente positivista, a teoria e o método científico são percebidos como o caminhos da verdade e, na vertente instrumentalista, são considerados como recursos úteis para soluções pragmáticas e circunstanciais. 

 

2. Sobre o Instrumentalismo e Método

Na área de Filosofia da Ciência, a palavra “instrumentalismo” tem sido empregada para designar a concepção na qual os enunciados teóricos, como as leis científicas, apresentam valor metodológico e pragmático [2], como bons instrumentos de predição. O “instrumentalismo semântico” propõe que os enunciados não podem ser verdadeiros ou falsos, porque são metáforas que não correspondem às coisas do mundo, mas são úteis para se fazer predições sobre estados futuros de coisas particulares. Por sua vez, o “instrumentalismo epistemológico” admite os enunciados teóricos como construtos capazes de corresponder aos estados das coisas no mundo. As duas concepções de instrumentalismo concordam, entretanto, que é necessário e mais importante o caráter instrumental dos enunciados científicos (DUTRA, 2005).
A tradição clássica em lógica considera que existem dois tipos básicos de enunciados: (1) os singulares, que basicamente tratam de um indivíduo determinado, e (2) os gerais, que tratam de indivíduos quaisquer. Há exemplos clássicos propostos por Dutra (2005): “Platão é um filósofo grego” e “Sócrates é um filósofo grego” são enunciados singulares ou particulares, mas na frase “alguns filósofos são gregos” o enunciado é geral. Sabe-se que Platão e Sócrates são filósofos e gregos, assim os enunciados singulares são verdadeiros e, a partir dos enunciados singulares, conclui-se que o enunciado geral também é verdadeiro. Mas, o enunciado geral é verdadeiro por inferência sem permitir o acesso direto ao estado de coisas correspondente no próprio enunciado. Assim, o valor de verdade dos enunciados gerais é sempre decidido com base no valor de verdade de algum enunciado particular (DUTRA, 2005).
Considera-se que “metodologia” é o campo de estudos dos métodos em geral (JAPIASSU e MARCONDES, 2001, p. 130). Mesmo quando propostos por diferentes metodologias científicas, os métodos são basicamente sistemas de organização de procedimentos para obtenção, confirmação ou validação de enunciados particulares. Assim, na perspectiva indutiva, busca-se enunciados particulares que permitam a formulação de enunciados gerais e, na perspectiva dedutiva, busca-se confirmar a hipótese que, anteriormente, foi é apresentada como enunciado geral, por meio de evidências posteriores determinadas por enunciados particulares.
Com a evolução da Ciência e de seus métodos, houve a integração das perspectivas dedutiva e indutiva, como etapas de um mesmo processo de pesquisa. No caso da metodologia de Design, depois da visão idealista, cuja prioridade era a perspectiva dedutiva, a perspectiva indutiva e os processos integrados também foram propostos e adotados, especialmente nas metodologias não-lineares. 

 

3. Instrumentalismo e Metodologia Não-linear de Projetos de Design

A metodologia não-linear de projetos de Design difere de outras metodologias estudadas na academia, cuja característica de linearidade mantém o foco do projeto no problema. Por sua vez, a estruturação não-linear sugere que o processo metodológico siga o pensamento do designer que desenvolve o projeto (GOMEZ, PEREIRA e SCHLEMPER, 2005).
A base teórica da não-linearidade é atribuída a autores como Piaget e Vygostski, porque esses defenderam a não-linearidade do pensamento humano. “Para Piaget, o desenvolvimento mental dá-se espontaneamente a partir de suas potencialidades e da sua interação com o meio” e de acordo com Vygostski a “relação entre pensamento e palavra acontece em forma de processo, constituindo-se em um movimento contínuo de vaivém do pensamento para a palavra e vice-versa” (BASSO, 1997, p.34). A citação a seguir é um exemplo possível da não-linearidade do pensamento, confirmando que a percepção do todo é mais abrangente do que a soma ordenada das partes. Assim, a desordem das letras não compromete a leitura do texto:
De acordo com uma pqsieusa de uma uinrvesriddae ignlsea, não ipomtra em qaul odrem as lrteas de uma plravaa etãso, a úncia csioa iprotmatne é que a piremria e útmlia lrteas etejasm no lgaur crteo. O rseto pdoe ser uma ttaol bçguana que vcoê pdoe anida ler sem pobrlmea. Itso é poqrue nós não lmeos cdaa lrtea isladoa, mas a plravaa cmoo um tdoo. [3]
Como exemplo, indica-se que uma proposta metodológica não-linear de projetos de Design foi apresentada como tese de doutoramento por Gomez (2004), fazendo referência a uma expressão da área de Marketing, mas numa perspectiva específica de Design. Assim, o autor propôs “Os 4 Ps do Design”, sendo esses: “posicionamento de mercado”,  “problema”,  “proposta” e  “produto”.
Nessa proposta metodológica não é indicada uma sequência ordenada e não é indicado um momento exclusivo para que seja abordada uma etapa específica. O início do projeto acontece a partir de qualquer etapa: “posicionamento de mercado”, “problema”, “proposta” e “produto”. Inclusive, pode contemplar mais de uma etapa. As ferramentas, os métodos e as técnicas permeiam a proposta, mas devem ser pensadas como conhecimento adquirido fora do processo metodológico, conforme esclarece a citação a seguir:
No uso dos “4 P’s” o mais complicado talvez seja definir por onde começar, já que se pode começar a partir de qualquer ponto do projeto ou ainda a partir de diversos pontos do projeto ao mesmo tempo. Essas afirmações demonstram a importância de um trabalho colaborativo onde, com a multiplicidade de informações e situações de mercado, a participação de diversas pessoas com opiniões diferenciadas conseguem soluções mais adequadas a realidades de mercado. (GOMEZ, PEREIRA e SCHLEMPER, 2005)
A ordenação sistemática determinou a configuração clássica do pensamento e do método científico e, também, dos métodos tradicionalmente desenvolvidos para a área de Design. Todavia, houve a evolução decorrente da transformação de diversos aspectos e fatores, a começar pela ampliação da complexidade no contexto de atuação e nos problemas propostos, indicando a necessidade de sofisticação do pensamento, dos métodos e, também, do conhecimento científico-tecnológico.
A despeito da questão ontológica sobre a natureza verdadeira ou instrumental do pensamento e do método científico-tecnológico. Especialmente na área de Design, o método é o parâmetro de coerência lógico-aplicada, que distingue os estudos e as atividades de Design do experimentalismo puro e simples, o qual pode ser avaliado apenas por critérios puramente subjetivos ou intersubjetivos, que são pertinentes e aceitos no campo de Artes, mas não são reconhecidos no campo científico-tecnológico.
Independente de outras questões epistemológicas que também são pertinentes e relevantes, o método sistemático racional e coerente é, portanto, o instrumento útil e distintivo que qualifica o campo de Design como científico-tecnológico. 
De modo geral, o instrumentalismo independente da aceitação dos filósofos sobre a possibilidade do conhecimento humano atingir a verdade absoluta. Pois, necessários são os instrumentos teórico-práticos para a configuração das teorias científicas. Esse pensamento pode ser encontrado na essência da metodologia não-linear de projeto de Design, que pretende alcançar resultados circunstanciais eficientes para o enfrentamento dos desafios indicados, durante a composição e o desenvolvimento do projeto proposto. Inclusive, isso estabelece a não-linearidade do método, permitindo a partir de etapas pré-definidas a composição de roteiros metodológicos específicos para cada situação em particular:
Mudar a idéia de se definir primeiro um problema pode parecer um pouco difícil de ser colocada, principalmente, a acadêmicos e profissionais que tiveram uma formação básica nesse sentido. Mas, se as “inteligências múltiplas” e a não-linearidade do pensamento humano forem consideradas, pode ser muito mais fácil de convencer os designers a estruturar seus projetos a partir de uma metodologia clara e adequada a cada novo desafio projetual. (GOMES, PEREIRA e SCHLEMPER, 2005)
O caráter instrumental, que é adotado em oposição à idéia de proposição única e verdadeira, assinala a não-linearidade do método, também, com base na não-linearidade do pensamento humano e, ainda, na não-linearidade das teorias científicas.
As descobertas e as teorias científicas não apresentam uma evolução linearmente continuada, uma vez que estudos são constantemente refeitos. Para tanto, muitas vezes, retroage-se a premissas propostas em momentos anteriores ao tempo de proposição das premissas que sustentaram as teorias que agora foram superadas. Assim, de maneira cíclica, novas considerações e teorias acerca de fenômenos já conhecidos são colocadas à disposição da cultura científica.
O escopo instrumentalista, assim como a estruturação não-linear, permite e incentiva a constante renovação do conhecimento, porque considera a constante revisão de pensamentos e procedimentos, gerando oportunidades de melhorias dos resultados obtidos, tanto nos estudos científicos quanto nos projetos de design.  

 

4. Conclusões

Consciente da riqueza de informações e de conhecimentos disponível na atualidade, o campo profissional nas diferentes áreas vem se tornando cada vez mais qualificado.  No campo de Design, os projetos estão mais complexos e diferenciados. Nesse contexto, além de ser elemento característico de Design, o método necessita ser pensado e desenvolvido como instrumento eficiente para enfrentar desafios intelectuais, tecnológicos e financeiros, integrando conhecimentos de diferentes áreas do conhecimento, para configurar um projeto multidisciplinar.
Aceitar a não-linearidade do pensamento humano implica também na negação da crença em um percurso metodológico único, como sendo o roteiro único e verdadeiro. A despeito da possibilidade do reconhecimento da verdade, a concepção instrumentalista se mostra pertinente na medida em que desobriga as idéias e o método de serem expressão da verdade epistemológica, indicando-os como bons instrumentos de predição de possibilidades futuras.
Comparando-se os princípios regidos pela doutrina instrumentalista com as crenças cientificistas do positivismo idealista-ortodoxo, percebe-se que há um investimento no processo científico evolutivo e aproximativo com a realidade, sendo que essa realidade é também alterada e redefinida pelo próprio progresso científico. Isso qualifica igualmente a metodologia não-linear de projetos de Design, que propõe a configuração do método a partir dos desafios circunstanciais da realidade percebida e da realidade pretendida, prevendo ainda constantes atualizações. 
Ressalta-se, entretanto, que a concepção instrumentalista não invalida ou desacredita quaisquer métodos de base científica, mesmo que sejam lineares e mais ortodoxos. Pois, de modo geral, essa concepção filosófica adota pensamentos e procedimentos como instrumentos ou recursos preceptivos da realidade, sem defini-los ou indicá-los como expressões da verdade. Portanto, deve-se estar ciente do que rege as metodologias, uma vez que devem ser cientificamente válidas e passíveis de serem adequadas ao enfrentamento dos desafios propostos.

 

Notas

[1] De acordo com o Suplemento da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), 2008, em três anos, o percentual de brasileiros a partir de dez anos de idade que acessou ao menos uma vez a internet via computador aumentou 75,3%, passando de 20,9% para 34,8% das pessoas ou 56 milhões de usuários, em 2008.
[2] Em um sentido geral, “pragmático” significa concreto, aplicado, prático, e opõe-se a teórico, especulativo, abstrato. Daí Kant ter intitulado uma de suas últimas obras a Antropologia de um ponto de vista pragmático (1798), já que esta trata do sujeito empírico, em oposição ao sujeito transcendental, isto é, do homem em sua existência concreta. (Dicionário Básico de Filosofia).
[3]Texto encontrado na internet. Disponível em: http://www.abin.gov.br/modules/mastop_publish/?tac=Testes

 

Referências Bibliográficas

BASSO, M. V. Informática educativa e comunidades de aprendizagem. Identidade social e a construção do conhecimento. Porto Alegre: SMED, 1997.
DUTRA, Luiz Henrique de A. Oposições Filosóficas. Florianópolis: Editora da UFSC, 2005.
FUNTES, Rodolfo. A prática do design gráfico. Uma metodologia criativa. Tradução Osvaldo Antônio Rosiano. São Paulo: Edições Rosari, 2009.
GOMEZ, L. S. R. ; PEREIRA, A. T. ; SCHLEMPER, P. F. . Os 4P's do Design: Uma proposta metodológica nao linear de projeto. In: 3 Congresso Internacional de Pesquisa em Design, 2005. 3 Congresso Internacional de Pesquisa em Design, 2005.
GOMEZ, L. S. R. (2004). Os 4Ps do Design uma Proposta Metodológica não-linear de Projeto. Tese de Doutoramento em Engenharia de Produção, Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC, Brasil. (PhD thesis, in portuguese)
JAPIASSÚ, Hilton e MARCONDES, Danilo. Dicionário Básico de Filosofia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2001.
MELO FILHO, Álvaro de. DESIGNING MARKETING. Fragmentos de Cultura, Goiânia, v. 19, n. 3/4, p. 307-324, mar./abr. 2009. Disponínel em: seer.ucg.br/index.php/fragmentos/article/viewFile/994/696
NASCIMENTO, Luís Cláudio Portugal do. A multidisciplinaridade imprescindível e a multidisciplinaridade disfuncional na prática e no ensino do design. Apresentado em em Design “Quo Vadis” FAU – USP, em agosto/2008. Disponínel em: www.designemartigos.com.br/a-multidisciplinaridade-no-ensino-do-design/
SUPLEMENTO DA PESQUISA NACIONAL POR AMOSTRA DE DOMICÍLIOS (Pnad), 2008. Disponível em www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/noticia_visualiza.php? id_noticia=1517. Acessado em 4 de outubro de 2010.           

Reference According to APA Style, 5th edition:
Jesus, L. Cardoso, N. Sousa, R. ; (2010) Instrumentalismo Epistemológico e Metodologia Não-Linear de Projetos de Design. Convergências - Revista de Investigação e Ensino das Artes , VOL III (6) Retrieved from journal URL: http://convergencias.ipcb.pt