Maria João Baptista Bonina Grilo

Mestre em História da Arte pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, com a tese A Capela Sepulcral do Cardeal D. Jorge da Costa: um exemplo de mecenatismo eclesiástico na Roma do Renascimento, 1994; doutoranda em História da Arte na mesma Faculdade e bolseira da Fundação para a Ciência e Tecnologia. Exerce as funções de docente na Universidade Lusíada de Lisboa, Faculdade de Arquitectura e Artes e Faculdade de Artes e Humanidades e na Escola Superior de Artes Decorativas da Fundação Ricardo Espírito Santo e Silva. É autora de várias publicações envolvendo as temáticas do mecenatismo no Renascimento italiano; Portugal e a Borgonha no séc. XV; a emblemática da Universidade de Lisboa; a acção artística e cultural de Raul Lino; a acção mecenática de José Relvas; o mecenatismo corporativo contemporâneo, especificamente a colecção de pintura do Banco Mello. Actualmente investiga sobre a iconografia da Primeira República  e sobre o património ferroviário nacional.  Organizadora de colóquios e encontros científicos com destaque para os efectuados  na Universidade Lusíada de Lisboa e na Câmara Municipal da Golegã. Desde 2012, colabora como assessora cientifica do programa museológico do novo Museu Nacional Ferroviário, Entroncamento.

Mestre em História da Arte pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, com a tese A Capela Sepulcral do Cardeal D. Jorge da Costa: um exemplo de mecenatismo eclesiástico na Roma do Renascimento, 1994; doutoranda em História da Arte na mesma Faculdade e bolseira da Fundação para a Ciência e Tecnologia. Exerce as funções de docente na Universidade Lusíada de Lisboa, Faculdade de Arquitectura e Artes e Faculdade de Artes e Humanidades e na Escola Superior de Artes Decorativas da Fundação Ricardo Espírito Santo e Silva. É autora de várias publicações envolvendo as temáticas do mecenatismo no Renascimento italiano; Portugal e a Borgonha no séc. XV; a emblemática da Universidade de Lisboa; a acção artística e cultural de Raul Lino; a acção mecenática de José Relvas; o mecenatismo corporativo contemporâneo, especificamente a colecção de pintura do Banco Mello. Actualmente investiga sobre a iconografia da Primeira República  e sobre o património ferroviário nacional.  Organizadora de colóquios e encontros científicos com destaque para os efectuados  na Universidade Lusíada de Lisboa e na Câmara Municipal da Golegã. Desde 2012, colabora como assessora cientifica do programa museológico do novo Museu Nacional Ferroviário, Entroncamento.